Acompanhe aqui as noticias mais significativas sobre badminton

Leia tudo numa só página, as "noticias" e os "cartoons". Participe...enviando-nos noticias de badminton da sua Região, Clube ou Associação, que estas serão publicadas para uma maior divulgação da modalidade. e-mail : linha.boto@gmail.com

Há notícias que só no maior jornal de badminton
de Portugal se podem ler....


Última Hora

...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Nova forma de atribuição dos títulos de Campeão Nacional - APELO À DIRECÇÃO DA FPB

APELO À DIRECÇÃO DA FPB
25/9/2010

Em face das posições assumidas por diversos elementos bem representativos e importantes na modalidade, dos quais destaco os ligadas a clubes de duas zonas do país (Madeira e Algarve) onde se encontram muitos dos nossos melhores atletas, e que se manifestam desta maneira confirmando que não participaram antecipadamente em qualquer análise profunda sobre o assunto, só me resta fazer um apelo à Direcção da FPB para repensar o tema e corrigi-lo de imediato.
Há que defender especialmente todos os atletas mais talentosos que temos na modalidade.
Ainda estamos bem a tempo de esta época apenas existir uma só prova para o Campeonato Nacional.
Se acharem de interesse poderão apenas rever e alterar a actual forma de apuramento para a sua participação.
Tal medida resolverá igualmente esta duplicação da Taça de Portugal que não tem razão de existir.
Esta situação merece uma reflexão cuidada e dela não haverá lugar a vencedores e vencidos pois o que se defende é o melhor para o Badminton e em especial para os melhores atletas portugueses, que gostarão certamente de defender e demonstrar o seu real valor na prova rainha de toda uma época desportiva e conquistar o título de Campeão Nacional.
Haja bom senso e tudo se resolverá a contento de todos.

José Bento

8 comentários:

Diamantino Ruivinho disse...

Amigo José Bento,


O apelo feito à Direcção da Federação é uma iniciativa de enorme elevação que poderia, se aqueles a quem é dirigido fossem pessoas humildes, sensatas e disponíveis, repor com toda a legitimidade, o equilíbrio numa decisão que foi tomada de forma irreflectida, prejudicando os atletas mais talentosos da modalidade.



Assim sendo, subscrevo totalmente este apelo e junto a minha voz a este pedido.



Diamantino Ruivinho

joão boto disse...

Olá Bento!

Como sabes, sempre defendi desde há uns anos, que os titulos de campeão nacional deviam ser atribuidos aos mais regulares ao longo da época, ou seja, aqueles que terminassem em primeiro lugar nos respectivos rankings do circuito nacional.
Esta minha defesa, vem no sentido de repor justiça a todos os que investiam numa época, tentando estar entre os melhores do ranking, e discutir o titulo naciona.
A injustiça surgia, quando alguém, que nem numa prova do circuito nacional participou, portanto nem fazia parte do ranking ao fim das 5ou 6 provas do circuito,conseguia entrada nos 16 para o nacional e roubar o titulo a quem trabalhou um ano inteiro!
No entanto, e apesar de tudo, não posso ficar indiferente ao teu apelo, e às vozes que se estão a levantar, sobretudo, a Madeira e o Algarve, que como todos sabemos, é onde estão os melhores atletas nacionais!
Por isso concordo com o teu apelo, e irei lutar ( não fosse eu um democrata), para que a competição "campeonato nacional", volte a disputar-se numa só prova, não nos moldes dos anos anteriores, mas com algumas salvaguardas. brevemente, irei apresentar projectos de propostas de alteração à realização dos Campeonatos Nacionais e atribuição de titulos, e do circuito nacional.
No entanto, seria optimo se o Conselho Tecnico da FPB, iniciasse um debate sobre este assunto com todas as associações e clubes, responsãveis dos jogadores, treinadores e arbitragem! Todos, irão por certo chegar a um concenso, para salvar o nosso badminton.

Abraço

Anónimo disse...

Olá José Bento,

Tem o meu total apoio

um abraço

Duarte Anjo

Anónimo disse...

Olá a todos,

Sou um defensor do modelo actual (campeonato + taça, apuramentos regionais) há muitos anos a esta parte. Os fundamentos são simples:

- participação obrigatória num número mínimo de jornadas, contando por exemplo as 5 melhores de 6 competições. Esta medida iria resolver a competitividade há muito discutida por muitos, obrigando todos a olhar para as competições nacionais com mais "apreço", e por outro lado de alguma forma tornar o circuito mais interessante para quem assiste;
- criação da taça de Portugal, em substituição do campeonato nacional, reciclando assim duas provas e tornando o panorama competitivo nacional com dois modelos "apetecíveis" para a vitória para os atletas. Aqui deveriam ter sido criadas alternativas de incentivo, um prize money ou algo do género;
- a competição regional voltar (não sei se o verbo será o mais correcto) a executar provas que contem para algo que se reflicta na competição nacional, trazendo para as Associações o ónus e a responsabilidade de organizar algo. É uma pena constatar que muitas das associações estão a "dormir", e nem este modelo as fez "acordar";

Não existem modelos competitivos perfeitos. Eu fui consultado em 2008 para dar uma opinião sobre o modelo competitivo de uma federação regional espanhola, e na minha apreciação reforcei a ideia de que a competição regional deve ser dar suporte à nacional, nunca deverá ser descurada. Essa federação evoluiu, adaptou-se, e os resultados começam a aparecer: mais competições regionais, mais praticantes, mais apurados dessa região para as competições nacionais, mais atletas não seniores nas selecções nacionais espanholas. Contudo, não há modelos que durem para sempre, provavelmente o modelo terá que ser revisto quando a sua rentabilidade não for a esperada.
Ou seja, e concluindo este meu comentário, parece-me prematuro estar a mudar um modelo (que não é mais do que um conjunto de modelos ad-hoc para as competições regionais e nacionais), sem avaliar os pontos fortes e fracos destas medidas.

Uma ressalva: acho e sempre achei mal nunca se envolver mais pessoas no processo de proposta e alteração de modelos competitivos. Por vezes as pessoas reagem mal porque nunca foram consultadas e ouvidas.
Outra ressalva: sendo o Conselho Técnico um orgão consultivo, e não deliberativo, não deveria ser mais pluralista? Parece-me muito restritivo, sendo que a sua constituição deveria ser alterada, de modo a torná-la mais acessível à opinião, não de todos, mas de muitos mais.

Abraços,
Daniel Moura

Anónimo disse...

Olá Zé,

Este apelo tem todo o meu apoio pessoal e do clube SIMPS como colectividade.

Um abraço

Luís Monge Dias.

Anónimo disse...

Acho que o sistema competitivo anterior (principalmente de Elites, que é no qual eu compito)já estava esgotado e alguma coisa deveria ser feita. Penso que a mudança para o sistema de eliminação à 1ª derrota foi positivo.

No entanto, concordo e revejo-me nos argumentos apresentados pelo José Bento no seu artigo anterior a este apelo. Não acho bem esta situação em que o título de Campeão Nacional pode ser atribuido a um atleta que pode nunca ter sido o melhor num unico torneio.

Concordo que a regularidade deve ser premiada(fazendo, por exemplo, cumprir os regras de atribuição de prémio ao 1º classificado de cada ranking, mas não fazer dela um "cavalo de batalha", já que todos sabemos que nem todos os clubes têm as mesmas condições para participar em todos os torneios, e que a modalidade não é estruturada desta forma. Em todos os paises que conheço, o campeão é definido no Campeonato Nacional desse pais, assim como o Campeão do Mundo ou da Europa são os respectivos vencedores de Campeonato do Mundo e da Europa. A modalidade premeia mais a vitória num determinado momento do que a regularidade.

Concordando que é frustrante para os atletas que fazem a maioria dos torneios nacionais, não concordo com o João quando argumenta que este sistema é melhor porque impede que jogadores que nunca tenham participado nos torneios nacionais, cheguem ao Campeonato Nacional e vençam, pondo em causa toda a época dos outros atletas. Esta situação só acontece quando há poucos participantes ao longo da época em relação ao numero de apurados para o Campeonato Nacional (normalmente são 16, com excepção de Elites).

Na minha opinião, esta situação poderia ser ultrapassada de outras formas, tais como impedir legalmente um jogador de participar no Campeonato Nacional sem ter, por exemplo, duas participações efectivas em torneios nacionais, ou então haver uma relação entre o número de apurados para o Campeonato Nacional e o número de participantes nos torneios nacionais ao longo da época, em que diminuiam o numero de apurados nas provas em que houvessem menos participantes. Estas são apenas 2 opções que poderiam corrigir as situações que o João fala sem ter que alterar toda a filosofia de um sistema competitivo.

Acho que no essencial concordo com o Daniel no estímulo à participação em torneios nacionais (com prize-moneys ou outro tipo de prémios materiais)e, principalmente, no que diz respeito à competição regional e à sua contribuição para um ranking nacional. No entanto, em termos de designação de provas manteria o nome de Campeonato Nacional ao torneio que define o Camepão e, se se achar importante haver uma "taça de Portugal", esta pode ser atribuida sim ao 1º classificado do ranking.

Abraço a todos

Nuno Santos

Ricardo Fernandes disse...

Olá a todos!

Pelo facto de ter estado ligado durante muito anos (mais de 25 anos) à modalidade em Portugal e até ter tido a felicidade de diputar o tão "apetecido" e tradicional Campeonato Nacional, na minha opinião, a decisão de acabar com esta competição foi um erro!

Sinceramente, tenho alguma dificuldade em encontrar um País Europeu em que não seja disputado o Campeonato Nacional de Badminton, embora, em alguns Paises, a prova possa ser designada de outra forma, como por exemplo em Espanha em que é chamado “Campeonatos de Espanha”, significando, no entanto, exactamente a mesma coisa!

Segundo sei, esta prova continua a existir na maioria dos Países Europeus, senão, mesmo, em todos (salvo erro!)! No caso dos Países mais desenvolvidos na modalidade na Europa tais como; Dinamarca, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Suécia a prova continua a existir com toda a certeza e até tem uma enorme e admirável tradição/expressão! Por isso, é para mim difícil compreender, porque, em Portugal ao contrário dos Países mais desenvolvidos na modalidade decidiram acabar com a”histórica” prova!

Obviamente, que algumas alterações deveriam e devem ser feitas (isso nunca esteve em causa), no entanto, essas alterações nunca deveriam passar por acabar com a prova mais importante do Badminton Português, na minha opinião!

Certamente, que a esmagadora maioria dos jogadores que tiveram a oportunidade de jogar essa prova, lamenta o final da mesma e provavelmente terá o mesmo sentimento e opinião que eu, pois, o Campeonato Nacional Individual sempre foi uma prova muito especial! No entanto, é natural e saudável que existam outras opiniões e visões sobre esta questão e há que respeitá-las como é óbvio!

É possível, que a intenção da FPB em ter tomado a tal medida de acabar com o Campeonato Nacional, tenha tido com principal objectivo “obrigar” o maior nº de jogadores possível a participarem no maior nº de mais provas possíveis a contar para o ranking nacional, em virtude da quebra do índice de participação por parte dos jogadores de Elites nos últimos anos.

A introdução nos regulamentos de uma regra que “obrigue” os jogadores a participarem num número mínimo de provas a contar para o ranking nacional (ex: Em 6 provas uma participação mínima em 4 provas) para que os jogadores possam participar no Campeonato Nacional Individual, provavelmente, poderia vir a ser uma boa medida!

Por outro lado, a atribuição por parte da Federação Portuguesa de Badminton de um prémio (monetário ou não) no final de cada época ao nº1 e mesmo nº2 do ranking nacional, um pouco à semelhança do que acontecia com o campeão e vice-campeão nacional, seria muito possivelmente outra boa ideia! Esta medida, poderia dar um maior impacto e valorizar mais a conquista da posição de nº1 do ranking nacional.

Para finalizar, é óbvio que concordo na generalidade com a opinião do José Bento e por isso espero que haja o bom senso de “devolver” o Campeonato Nacional ao calendário de provas do Badminton Português, obviamente, com as devidas alterações que na minha opinião devem ser introduzidas.

Saudações Desportivas,

Ricardo Fernandes

emanuel pereira disse...

Como competir, quando, quantas vezes, que nome dar as provas? Penso que a competição deveria ter início a nível regional (é possível em todas as "regiões"?).
Uma prova nacional (o nome é o menos importante deve respeitar a continuidade/regularidade ou apenas o /um momento? Existe espaço para ambas as situações (e vontade? de quem?) e característica de ambos os modelos que devemos aceitar em termos regionais e nacionais? Os melhores praticantes não estão sempre entre as melhores fases de cada prova? (o que eles pensam disto?) o qeu entendem sobre o que os mais satisfaz para continuarem a praticar esta modalidade' Seria importante ouvi-los num espaço único. Um forum? Porque não? Da última vez foi engraçadp. Vai-se esperar maIS QUANTOS ANOS PARA FALAR DA NOSSA MODALIDAE?