Realiza-se este fim de semana no Centro de Alto Rendimento para o Badminton nas Caldas da Rainha a 1ª Jornada do Campeonato Nacional de Seniores. A competição que amanhã tem inicio sofreu algumas alterações no sistema competitivo, sobretudo na categoria Elite, onde passam a figurar 16 atletas em singulares homens e 8 em singulares e pares, sendo o sistema de eliminação à primeira derrota (regulamento sistema competitivo). Também os diversos campeões nacionais serão encontrados através do somatório de pontos das 6 jornadas previstas (atribuição titulo campeão nacional).
Estarão em competição no fim de semana centena e meia de atletas em representação de 24 clubes de norte a sul do continente e também da Região Autónoma da Madeira para a competição nas categorias de de Elite, B,C e D. Nuno Santos (AAC) que na passada temporada se sagrou pela primeira vez campeão nacional absoluto é o grande ausente nesta primeira jornada. Já Pedro Martins e Telma Santos, ambos atletas da CHE-Lagoense são os grandes favoritos a conquistarem a primeira jornada do nacional individual (Elite). No entanto regista-se ainda a presença de Ana Moura (CHEL), Helena Pestana (GDE), Ana Reis (CHEL) e Filipa Lamy (CHEL) na competição feminina e de Tomás Nero (CHEL), Rafael Lopes (CHEL, David Sousa (CBL) na competição masculina. Joaquim Silva de Coimbra é o Juiz-Árbitro da competição. (Calendário)
Curiosamente, aparecem inscritos para esta 1º jornada do nacional os atletas não seniores Bruno Carvalho (SIMPS) e Daniela Conceição (CHEL) eles que foram convocados pela Federação Portuguesa de Badminton para participarem no mesmo fim de semana nos Internacionais Não Seniores do Luxemburgo! Terminando as inscrições a 7 de Outubro para a competição no CAR e sendo comunicado no site da FPB os nomes dos atletas como convocados para o Luxemburgo a 15 de Outubro, parece-nos que neste caso alguém não esteve muito bem, ainda mais quando o calendário apenas saiu no dia 18, não se percebendo por não foram retirados os atletas do mesmo. Sinais do tempo de crise que vivemos ou continuamos a fazer tudo em cima do "joelho" à boa maneira portuguesa?



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