Apresentamos hoje a Proposta de Alteração ao Sistema Competitivo de Não-Seniores, que a FPB, vêm apresentando às diversas Associações Regionais e a "alguns clubes". Esta proposta está longe de ser consensual. " Os pares,... o sistema à 1ª derrota,... será que faz sentido os sub11 participarem em torneios nacionais?...etc...!Segundo o que apuramos, esta também não é uma proposta fechada, podendo sofrer alterações. Este blog poderá ser igualmente um espaço aberto a todos aqueles, que não sendo chamados, para se debruçarem sobre esta proposta, o possam fazer aqui neste espaço.
"Alteração do Sistema Competitivo de Não-Seniores"
Introdução
O aumento progressivo do número de inscritos nas competições do Circuito Nacional de não-seniores teve as seguintes consequências:
Maior desequilíbrio competitivo
Crescente necessidade de espaços
Esse aumento acentuou as diferenças entre os competidores.
A necessidade de recorrer a uma maior quantidade de espaços levou à utilização de espaços com menor qualidade.
Numa tentativa de inverter esta tendência de perca de qualidade competitiva, foram analisados:
Dimensão dos espaços existentes para a prática da modalidade em Portugal
Dados sobre a participação de praticantes que têm participado no Circuito Nacional
Sistemas seguidos em outros países europeus
Tendo em conta os estudos efectuados, considerando as estruturas existentes e a distribuição geográfica dos praticantes, considera a FPB que o Sistema Competitivo no Circuito Nacional deve assentar nas bases que seguidamente apresentamos.
Proposta de Alteração ao Sistema Competitivo
As Provas Nacionais devem ter número limitado de participantes (16 Singulares e 8 Pares).
Após cada momento de inscrição, sempre que se verificar que o limite é excedido, torna-se necessário efectuar apuramento em cada Zona.
O Sistema será o de eliminação à 1ª derrota é igual para os 5 escalões de Não Seniores.
Quantificados os praticantes e sua participação nas provas do Circuito Nacional, verificou-se que a solução que nos parece mais equilibrada - tendo em conta o número de praticantes e a sua distribuição geográfica - será a divisão do espaço continental em 4 zonas e considerar 2 regiões – Região Autónoma da Madeira e Região Autónoma dos Açores.
O território do Continente é dividido em 4 zonas. Para cada época será definida a constituição de cada zona em função de jogadores participantes na época anterior.
Para a época 2009/10 as zonas serão assim distribuídas:
Zona A – Distritos de Aveiro, Porto e Braga
Zona B – Distritos de Coimbra e Leiria
Zona C – Distrito de Lisboa
Zona D – Distritos de Setúbal e Faro
Sistema Competitivo
O número (máximo) de atletas participantes na prova nacional do Circuito Nacional é de 16 para as provas de singulares e de 8 para as provas de pares.
Serão disputadas 5 Provas Nacionais. Estas serão antecedidas por igual nº de Provas de Apuramento
O número de atletas apurados para participar na prova nacional seguirá as seguintes regras:
I – Singulares
1 - Estão apurados (isentos da necessidade de participar no apuramento da sua zona) os finalistas da prova imediatamente anterior.
2 – São apurados 8 jogadores - provenientes dos apuramentos (2 jogador por escalão em cada zona).
3 – 0s restantes jogadores de acordo com os seguintes critérios:
a) Wild Cards - Podem ser apurados até um máximo de 4.
A jogadores que, apesar do inequívoco valor, tenham sido impedidos de participar na competição anterior, por motivo de força maior.
Por indicação dos responsáveis das Regiões Autónomas da Madeira e Açores, resultante dos apuramentos locais.
A jogadores que não tendo conseguido a classificação ou apuramento para disputar determinada competição, por esta se desenrolar na zona de proveniência, possa essa participação enriquecer o interesse local na prova.
Por Ranking. Após verificação de todos os pontos anteriores o preenchimento dos restantes lugares respeitará ao ranking nacional.
II – Pares
1 - Estão apurados (isentos da necessidade de participar no apuramento da sua zona) o vencedor da prova nacional imediatamente anterior.
2 – São apurados 4 pares - provenientes dos apuramentos (1 par por escalão em cada zona).
3 – Os restantes pares de acordo com os seguintes critérios:
a) Wild Cards - Podem ser apurados até um máximo de 2.
A pares que, apesar do inequívoco valor, tenham sido impedidos de participar na competição anterior, por motivo de força maior.
Por indicação dos responsáveis das Regiões Autónomas da Madeira e Açores, resultante dos apuramentos locais.
Por Ranking. Após verificação de todos os pontos anteriores o preenchimento dos restantes lugares respeitará ao ranking nacional.
Excepção – 1ª Competição da época
I – apurados em singulares
a) 8 do apuramento (2 por cada zona)
b) até 2 WC provenientes das Regiões Autónomas ou outras situações já previstas para atribuição por WC.
c) Os restantes jogadores de acordo com os seguintes critérios:
Se 6 lugares: os 4 melhores que se mantêm no escalão + os 2 melhores que mudam de escalão
Se 7 lugares: os 5 melhores que se mantêm no escalão + os 2 melhores que mudam de escalão
Se 8 lugares: os 5 melhores que se mantêm no escalão + os 3 melhores que mudam de escalão
II – apurados em pares
a) 4 do apuramento (1 por cada zona)
b) até 2 WC provenientes das Regiões Autónomas ou outras situações já previstas para atribuição por WC.
c) Os restantes pares são apurados de acordo com critérios a definir, baseados na classificação de cada jogador nos rankings de Pares da época anterior.
ORGANIZAÇÃO
A Organização da competição assentará nas seguintes regras:
Cada Jornada compreende 2 fases:
1 – Apuramentos
Cada jornada desta competição decorrerá num único dia.
Cabe à FPB ou a quem esta delegar a condução do processo organizativo.
O sistema competitivo será idêntico em todas as zonas.
2 – Competição Nacional
Cada jornada da Competição Nacional será precedida por uma jornada de competições de apuramento e realizar-se à (como até aqui), em dois dias consecutivos.
Cabe à FPB a condução de todo o processo organizativo.
Inscrições: Só podem participar em determinada jornada os jogadores / pares que formalizem a sua inscrição até à data definida. Destes, serão então definidos, de acordo com o regulamento, quais os que terão direito a disputar a Competição Nacional, necessitando os restantes de efectuar o apuramento.












A União Desportiva de Santana, terminou hoje a sua participação na EuroCup 2009 com uma derrota diante dos turcos do Egospor por 6-1. Numa aposta forte na vitória frente aos turcos, a única partida ganha pela UDS, aconteceu através do seu capitão Marco Vasconcelos, que venceu Kamil Vehbi Akcebe por 21-14/21-11. Sabendo do forte par misto turco, o Santana colocou Gil Martins e Tânia Faria em jogo, sabendo de antemão que a derrota era o resultado esperado. Infelizmente, as partidas que vieram a seguir não foram felizes para a equipa madeirense, que viu Filipa Lamy, perder por 21-19/23-21 o seu singular senhora, enquanto que nos pares homens e senhoras perdiam ambas as partidas no 3º jogo (set). Já derrotados, Gil Martins e Vânia Leça apenas cumpriram a sua obrigação, apesar de derrotados, mas dignificando ao máximo as cores do Santana. Ainda no grupo 2, um surpeendente BSRinconada, bateu por 4-3 a equipa do Favorit-Rasmenskoe, atirando os russos para a 2ª posição do grupo 2.


A União Desportiva de Santana, perdeu o segundo encontro do dia com o BS Rinconada de Espanha e está fora dos 1/4 de final do Campeonato da Europa de Clubes. Depois de ter perdido de manhã com o Favorit-Ramenskoe por 7-0, a UDS estava obrigada a vencer a equipa espanhola, para conseguir pelo menos o 2º lugar do grupo 2 e a consequente passagem à fase seguinte da prova. Apesar de um bom inicio, com Fernando Silva/Filipa Lamy a vencerem a sua partida de pares mistos, seria importante uma vitória em singulares 1. Contudo e apesar de um enorme jogo de Marco Vasconcelos, a equipa de Rinconada igualou o encontro e tudo se tornou mais difícil para o Santana. Com uma aposta clara nos pares senhoras, onde Filipa Lamy apareceu no lugar de Tânia Faria, ficou no entanto claro, que apesar de todo o esforço de Vânia Leça, esta foi impotente para derrotar Bin Xin Xu. Fernando Silva/Gil Martins não tiveram qualquer hipóteses diante dos indonésios que conquistaram o Open de Portugal 2009, e perderam a partida em apenas 17'. Finalmente as 2ªs linhas de singulares homens e senhoras, não conseguiram passar os seus adversários, apesar de Gil Martins, ainda obrigar o galês Richard Vanghan a um terceiro set. No final o Rinconada acabaria por vencer o encontro por 5-2.
Filipa Lamy e Fernando Silva em acção





















