
Quem tem a responsabilidade de dirigir uma prova, como juiz-árbitro, deve ser isento, e deve saber separar as águas. Cargos directivos, ou amizades devem ficar de fora dos pavilhões, no desenrolar de uma competição. Pois bem, este fim de semana em Peniche, assistimos a mais um clássico, já muito conhecido, entre o "juiz-arbitro" da prova e o atleta/jogador de nome João Matos, que por acaso até é o presidente da FPB. Não podia deixar de denunciar aqui neste espaço a "vergonha", que foi a não aceitação de uma substituição legitima, e dentro das regras, de um par homem, para beneficiar claramente o Sr. João Matos, que vestiu a pele de Presidente da FPP, pois o mesmo, queria estar ao mesmo tempo como "jogador" a disputar o nacional de veteranos e a como "Presidente da FPB", a acompanhar a visita do Secretário de Estado, Dr. Laurentino Dias ao "CAR". Andamos a brincar aos árbitros e ao badminton em Portugal, com este tipo de atitudes. Quem não tem vocação, isenção e "tomates", para ser juiz-árbitro, o melhor é deixar a arbitragem. Todos temos direito à igualdade, segundo diz a Constituição Portuguesa, o problema é que uns são mais iguais que outros. É tempo de lutar por mudanças.
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