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domingo, 19 de abril de 2009

6ª Prova do Circuito Nacional Yonex - Elites, B, C e D do Funchal

Realizou-se este fim de semana na cidade do Funchal na Madeira a 6ª e última prova do Circuito Nacional de Seniores (Elites, B,C e D). A prova madeirense fica marcada pela escassa participação de atletas, pois apenas 1/2 centena compareceram no pavilhão da Escola Francisco Franco para a competição. Fica no entanto, e uma vez mais a excelente receptividade e simpatia demonstrada pela organização a todos os participantes.
Na categoria rainha (Elites), Marco Vasconcelos (UDS), acabou por se superiorizar na prova de singulares, vencendo com toda a naturalidade. No seu último ano de competição em Elites o atleta madeirense de 36 anos continua a mostrar que apenas o jovem Pedro Martins (CHEL), lhe pode fazer frente. Realce em femininos para o regresso às boas exibições de Ana Moura (CSMA), demonstrando querer voltar à forma que a levou aos Jogos Olímpicos de Pequim. Neste fim de semana, Ana Moura não só venceu Helena Pestana com quem tinha perdido nas últimas duas partidas onde as atletas se tinham defrontado, como bateu a sua mais forte concorrente em termos de ranking mundial, Filipa Lamy, que nos parece igualmente em subida de forma. Em destaque esteve ainda José P. Sousa (CSMA) que venceu a prova de pares homens com Gil Martins e a de pares mistos com Ana Moura. Em pares senhoras a vitória acabaria por sorrir a Filipa Lamy/Vânia Leça (UDS) que se superiorizaram a Ana Moura/Anny Costa (CSMA).
Em B, Miguel Jardim (CSMA) venceu em singulares homens ao bater na final Ruben Vieira (GDE). Em singulares femininos a regressada Tânia Faria deu mais uma vitória à UDS. Nos pares homens a dupla de Leria David Sousa/Pedro Jorge foram os 1ºs na poule de classificação, enquanto que nos pares mistos os vencedores foram Gil Martins/Tânia Faria (UDS). De referir que em B, não se disputou a prova de pares senhoras.
Em C, Dino Flor (CFA) aproveitou as ausências de José Lopes (CPB) e Jorge Azevedo (AAE), para somar a sua 1ª vitória da temporada em singulares. Dino Flor acabaria por ser o protagonista principal em C, ao vencer ainda os pares homens com Ricardo Mendes (GDA) e os pares mistos com Yolanda Henriques (CFA) Yule Gonçalves (GDE), de regresso à competição nacional, venceu em singulares senhoras. A competição de pares senhoras juntou as categorias C e D, com vitória de Yolanda Henriques (CFA)/yule Gonçalves (GDE).
Finalmente em D, Paulo Gonçalves (CBL), venceu em singulares e em pares homens com Anthony Carter, enquanto em em senhoras Ana Mata (CFA) venceu os singulares e os pares mistos com Ruben Pereira (CFA). Agora é aguardar pelos dias 30 e 31 de Maio em Espinho, na competição que decide os Campeões Nacionais Individuais Absolutos de Portugal.

Ana Moura e Marco Vasconcelos - Olímpicos de Pequim, vencedores no Funchal

Elites
SH - Poule - Série Unica
1º Marco Vasconcelos (UDS)
2º Gil Martins (UDS)
3º José P Sousa (CSMA)
SS - Poule - Série Única
1ª Ana Moura (CSMA)
2ª Filipa Lamy (UDS)
3ª Helena Pestana(GDE)


PH - Poule - Série Única
1ºs. Gil Martins (UDS)/José P Sousa (CSMA)
2ºs. Ruben Vieira/Rui Campos (GDE)
3ºs. Luis Dias/Nelson Dias (SIMPS)
PS - Poule - Série Única
1ªs. Filipa Lamy/Vânia Leça (UDS)
2ªs. Ana Moura/Anny Costa (CSMA)
3ªs. Helena Pestana (GDE)/Vânia Camacho (CFA)
PM - Poule - Série Única
1ºs. Marco Vasconcelos/Filipa Lamy (UDS)
2ºs. José P Sousa/Ana Moura (CSMA)
3ºs. Miguel Jardim (CSMA)/Vânia Camacho (CFA)

Categoria B
SH - Miguel Jardim (CSMA) venceu Ruben Vieira (GDE) por 21-18/21-17
SS - Poule - Série Única
1ª Tânia Faria (UDS))
2ª Anny Costa (CSMA)
3ª Susana Maldonado (CA)
PH - Poule - Série Única
1ºs. David Sousa/Pedro Jorge (CBL)
2ºs. Cosme Berenguer/Miguel Jardim (CSMA)
3ºs. Gonçalo Sousa (CPB)/Paulo Alveno (UDS)
PS - Não se realizou a modalidade
PM - Poule - Série Única
1ºs. Gil Martins/Tânia Faria (UDS)
2ºs. Rui Campos/Helena Pestana (GDE)
3ºs. Cosme Berenguer/Anny Costa (CSMA)

Categoria C
SH - Dino Flor (CFA) venceu Ricardo Mendes (GDA) por 21-14/21-18
SS - Poule - Série Única
1ª Yule Gonçalves (GDE)
2ª Iolanda Henriques (CFA)
3ª Maria Correia (GDA)
PH - Poule - Série Única
1ºs. Dino Flor (CFA)/Ricardo Mendes (GDA)
2ºs. António Domingos/Paulo Pereira (SIMPS)
3ºs. André Correia/Jorge Silva (CBS)
PM - Poule - Série Única
1ºs. Dino Flor/Iolanda Henriques (CFA)
2ºs. Ricardo Mendes (GDA)/Yule Gonçalves (GDE)
3ºs. João Jorge (CBL)/Maria Correia (GDA)

Categoria C + D
PS - Poule - Série Única
1ªs. Iolanda Henriques (CFA)/Yule Gonçalves (GDE)
2ªs. Gina Silva (ARCIP)/Samanta Correia (CDCE)
3ªs. Clara Alves/Irene Inácio (ARCIP)

Categoria D
SH - Paulo Gonçalves (CBL) venceu Paulo Mendonça (GDA) por 21-14/24-22
SS - Poule - Série Única
1ª Ana Mata (CFA)
2ª Samanta Correia (CDCE)
3ª Clara Alves (ARCIP)
PH - Anthony Carter/Paulo Gonçalves (CBL) venceram Carlos Carvalho/Miguel Padeiro (CBL) por 21-17/21-15
PM - Ruben Pereira/Ana Mata (CFA) venceram Ricardo Silva/Irene Inácio (ARCIP) por 21-8/21-10

Classificação por equipas
1º - UDS - União Desportiva de Santana
2º - CSMA - Clube Sports da Madeira
3º - CFA - Clube Futebol Andorinha

4 comentários:

joão boto disse...

A propósito da rubrica " No Alto e no Baixo da Semana ", João Fragoso, deixou o seguinte comentário no meu mail,que achei por bem inserir neste Post, uma vez que está relacionado com a prova no Funchal:

- Eu, João Fragoso, estive presente na Madeira como Juiz-árbitro e posso garantir que não falhou nada ....mas vou deixar aqui uma pergunta...será que é bom ter 200 atletas num torneio????

joão boto disse...

Viva amigo João! Em primeiro lugar agradeço o teu comentário, pois é a primeira vez que participas neste blog.
Sobre a tua questão, posso responder-te o seguinte;
Em 1º lugar nunca coloco em causa a hospitalidade das gentes da Madeira e a sua organização, pois já aí estive também e nada como dizes faltou ou falhou, muito pelo contrário, deixou-me saudades e um dia lá voltarei.
Sobre a 2ª parte da questão, se é bom ter 200 atletas num torneio, ai depende do ponto de vista de cada um! Se o sistema competitivo que temos é este, então faz todo o sentido termos muitos atletas nos torneios do ranking, mas concordava contigo se o sistema competitivo fosse diferente, no sentido de colocar nos torneios do ranking apenas os 32 melhores em singulares ou os 16 em pares! Por outro lado, não podemos ignorar que em causa não estão sómente os 150 atletas que vão estar sem competir quase 3 meses até ao Campeonato Nacional, como aqueles que habitualmente lutam pelos 1ºs lugares terem ficado em terra, salvo algumas excepções. Por último e uma vez mais gostaria de dizer e deixar bem vincado que não sou contra a realização de torneios na RAM ou nos Açores, mas temos que ter em conta as realidades actuais da nossa modalidade. Apenas um exemplo, quantos atletas séniores estão na Madeira? e quantos estão no continente?. Será mais facil deslocar 30 pessoas ou 170?
Abraço
João Boto

Anónimo disse...

Respondendo a questão do João Fragoso:
-Nunca vi até agora ninguém a pôr em causa a capacidade e consequentemente a qualidade organizativa da ABRAM nos Torneios, a única coisa que falhou foi o livre acesso de todos os atletas nacionais aos Torneios da Madeira por dificuldades económicas e logísticas. O que aliás é um dos principais argumentos das pessoas da Madeira em relação ao Torneios realizados no Continente em sentido inverso para defender os Torneios na Madeira, logo não fará qualquer sentido que para resolver o problema a uns criar exactamente o mesmo problema aos restantes.
Quanto a questão se será ou não positivo ter 200 atletas num Torneio, bem não deixa de ser uma questão pertinente, mas se me permites haverá muitas mais questões prévias a discutir, além de que a redução de número de atletas forçado por questões económicas não é com certeza uma boa solução.
Eu pessoalmente continuo a defender a realização do Torneio na Madeira, o que me incomoda são principalmente duas coisas.
Primeiro o SILÊNCIO total sobre a questão por parte dos responsáveis directivos seja da ABRAM seja da FPB, até parece que está tudo bem.
Segundo, aquilo que me parece ser uma tentativa de reduzir a discução a uma questão regional o que será um erro enorme pois ao não ir a raiz do problema a discução torna-se estéril e ao mesmo tempo promotora de inimizades algo de que o badminton não precisa de todo.
Portanto na minha opinião torna-se urgente que quem de direito venha a público dar explicações, tentar saber a razão de tão grande ausência de atletas do Continente, e de encontrar soluçôes.
Pois é preciso ter em atenção o seguinte os Torneios Nacionais não são propriedade da ABRAM, por isso são NACIONAIS, e o Badminton Nacional definitivamente não é propriedade dos dirigentes federativos.
Um abraço especial ao meu amigo João Fragoso
Luís Neves

Anónimo disse...

Caro Fragoso,

Ainda bem que na Madeira nada falhou. E que nunca falhe por muitos e bons anos, pois gostava muito que ali se disputassem grandes competições da nossa modalidade.
Quanto à tua pergunta, a resposta é muito simples: é muito melhor ter 200 atletas num torneio do que ter apenas 50. Responde quem já passou pela experiência.
Porquê? Nomeadamente, porque os 150 que não estiveram na Madeira não tiveram condições económicas para lá ir e queriam lá estar. Como eu e todos os atletas da Académica de Espinho e todos os praticantes que gostam de participar nas provas do Circuito Nacional. Como gostariam de ir jogar mais vezes a Mora, tua terra natal. E gostariam de jogar contra atletas do Raquete Clube de Mora, clube que dirigiste nos últimos tempos e que está desaparecido.
Para quem não gosta de trabalhar (que não é o caso das pessoas responsáveis pelo badminton da Madeira, atenção; essas eu sei que gostariam de ter lá 500 atletas !), de certo que torneios com 50 atletas são muito melhores !

Já agora, também faço uma pergunta: porque se gasta dinheiro com juízes árbitros para irem dirigir um torneio à Madeira? Não há lá quem faça esse trabalho? E não bastava gastar dinheiro com um juíz árbitro? (a maioria das provas desta época só tiveram um e para muitos mais participantes !) Se se paga a juízes árbitros também se deveria pagar a atletas, não achas?

Cumprimentos.
Augusto Ínsua Pereira - Académica de Espinho